Testando a mecânica orbital de espelhos gigantes

Espelhos gigantes no espaço são um pilar da ficção científica há décadas. No entanto, até o momento, houve pouca pesquisa sobre a física real por trás do conceito — possivelmente porque ainda estamos muito longe de construí-los nós mesmos. Mesmo assim, eles poderiam servir como uma tecnossignatura passiva se conseguíssemos encontrar um. Para isso, porém, precisamos entender o que estamos procurando. Esse é o objetivo de um novo artigo, disponível como pré-impressão no arXiv, de autoria de Shauna Sallmen, da University of Wisconsin–La Crosse, e Eric Korpela, da UC Berkeley.
Resumo da matéria
Espelhos gigantes no espaço têm sido uma constante na ficção científica por décadas. Mas, até agora, houve muito pouco trabalho analisando a física real por trás do conceito — possivelmente porque ainda estamos muito longe de criá-los por conta própria. Ainda assim, eles poderiam potencialmente servir como uma tecnossignatura passiva se conseguirmos localizar um. Para fazer isso, no entanto, temos que entender o que estamos procurando. Esse é o propósito de um novo estudo, disponível em formato de pré-impressão no arXiv, realizado por Shauna Sallmen, da University of Wisconsin–La Crosse, e Eric Korpela, da UC Berkeley.
Fonte original: Phys.org Space.
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